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Vacinação da 2ª dose da CoronaVac é suspensa em ao menos 65 cidades de SP

Fonte: G1 SP e GloboNews
 
Nesses municípios, suspensão parcial ou total da vacina desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan ocorre por falta de doses.
 
 
Ao menos 65 municípios paulistas suspenderam parcial ou totalmente a aplicação da segunda dose da vacina CoronaVac por não possuírem mais doses do imunizante em seus estoques. (Veja a lista abaixo).
 
É o que aponta levantamento feito pela GloboNews com base em informações repassados por prefeituras de todo o estado e atualizado nesta quinta-feira (13).
 
Do total de cidades, quatro ficam na Região Metropolitana da capital: Cajamar, São Lourenço da Serra, Cotia e Diadema.

 
A suspensão parcial da aplicação da segunda dose ocorre quando uma cidade deixa de aplicar, por exemplo, a vacina em determinadas faixa etárias, mas segue imunizando os demais grupos.
 
Grande SP
 
• Cajamar
• São Lourenço da Serra
• Cotia
• Diadema
 
Região de Campinas
 
• Águas de Lindóia
• Águas de São Pedro
• Morungaba
• Monte Alegre do Sul
• Santo Antônio do Jardim
• Hortolândia
• Limeira
 
Região de São José Dos Campos
 
• Caraguatatuba
• Campos do Jordão
• Taubaté
 
Baixada Santista
 
• Santos
• Itanhaém
• Cubatão
• Bertioga
• Praia Grande
• Peruíbe
 
Região de São Carlos
 
• Santa Gertrudes
• Ibaté
• Itobi
• Porto Ferreira
• Ribeirão Bonito
• Vargem Grande do Sul
• Gavião Peixoto
• Boa Esperança do Sul
 
Região de Presidente Prudente
 
• Estrela do Norte
• Indiana
• Presidente Epitácio
• Mariápolis
• Caiuá
• Flora Rica
• Ouro Verde
• Pacaembu
• Panorama
• Regente
• Sagres
 
Região de Ribeirão Preto
 
• Franca
 
Região De Itapetininga
 
• Pilar Do Sul
 
Região de Bauru
 
• Pompeia
 
Região De São José Do Rio Preto
 
• Ariranha
• Araçatuba
• Buritama
• Zacarias
• Santo Antônio Do Aracanguá
• Lavínia
• Bilac
• Braúna
• Coroados
• Cardoso
• Cosmorama
• Irapuã
• Jaci
• Nova Aliança
• Nhandeara
• Guapiaçu
• Cedral
• Ipiguá
• Nipoã
• Olímpia
• Palestina
• Piacatu
 
Região De Sorocaba
 
• Mairinque
 
O que dizem as autoridades de Saúde
 
Questionado sobre o assunto no início da semana, o Ministério da Saúde informou por meio de nota que já iniciou o envio de “quase 1 milhão de doses da vacina contra Covid-19 produzida no Brasil pelo Instituto Butantan com matéria-prima importada” apenas para a aplicação da segunda dose.
 
De acordo com o ministério, foram enviadas 226 mil doses só para o estado de São Paulo.
 
“Estão sendo enviadas doses para ajuste no esquema e/ou continuidade do Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19 (PNO): nesse caso, estados e DF poderão utilizar o quantitativo para conclusão dos esquemas incompletos ou para seguir com a vacinação de grupos prioritários, usando as doses para o esquema completo (dose 1 e 2)”, complementou a pasta.
 
Já a Secretaria Estadual da Saúde informou que “enviou doses suficientes para aplicação de primeira e segunda dose da vacina contra a COVID-19 a todos os 645 municípios do Estado, com quantidades idênticas para ambas as aplicações nos públicos anunciados na campanha”.
 
De acordo com a secretaria, “todas as grades de vacinas são enviadas a cada região e cidade em tempo oportuno. As grandes de distribuição levam em conta o público integral e são acompanhadas das recomendações para aplicação. Os municípios recebem as grades de vacinas para os públicos-alvo e são responsáveis por programar as estratégias para aplicar nos públicos definidos no PEI (Plano Estadual de Imunização)”.
 
“O PEI (Plano Estadual de Imunização) é claro e objetivo, cabendo às Prefeituras utilizar as vacinas de acordo com os critérios técnicos e públicos, ou seja, devem respeitar as faixas etárias e/ou grupos estipulados bem como o intervalo de tempo de aplicação entre doses (até 28 dias para a vacina do Butantan e até 12 semanas para a da Fiocruz).”
 
Orientação ministerial
 
Em março, uma orientação do Ministério da Saúde determinou que as vacinas não fossem estocadas para a segunda dose. O objetivo era aumentar o número de primeiras doses aplicadas, com a esperança de que o governo receberia a quantidade necessária para garantir a segunda dose nas semanas seguintes.
 
Em 26 de abril, no entanto, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, admitiu a escassez de doses da CoronaVac para a segunda aplicação, e, ao contrário da recomendação dada anteriormente pela pasta, pediu que estados e municípios guardem parte dos lotes da vacina.
 



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