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Diretoria do SINDAPORT participa de assinatura de acordo coletivo 2026/2028
Fonte: AssCom Sindaport
Diretores do SINDAPORT participaram na tarde de quinta-feira, 28 de maio, da assinatura do acordo coletivo de trabalho 2026/2028 com a Autoridade Portuária de Santos. A assinatura foi na sede da Ponte de Inspeção Naval (PIN), na Ponta da Praia, e contou com a presença do presidente da APS, Anderson Pomini, entre outros representantes sindicais.
"Ressaltamos a rapidez para o fechamento e a assinatura desse acordo coletivo, principalmente, neste ano eleitoral", enfatizou o presidente do SINDAPORT, Everandy Cirino dos Santos.
O período de negociação da Campanha Salarial 2026/2027 contou com a apresentação de duas propostas salariais. A primeira proposta foi recusada pela categoria. No mês passado, em abril, a empresa considerou os anseios da categoria e ofertou uma nova proposta, que foi aprovada em assembleia pelos trabalhadores.
O Acordo Coletivo de Trabalho Bianual 2026/2028 oferece reajuste com os totais dos índices de inflação em junho/26 + 1.5% e em junho/27 novamente o índice + 1.5% totalizando 3% de aumento real nos dois anos de duração do novo ACT. Além de manutenção das demais cláusulas:
▪️ Abono de férias de 45%;
▪️ Adicional noturno no percentual único de 50%;
▪️ Benefício de assistência à saúde;
▪️ Complementação de aposentadoria;
▪️ Quebra de Caixa;
▪️ Dispensa ao serviço ordinário de até 5 (cinco) dias durante o ano;
▪️ Licença-Maternidade;
▪️ Licença-Adoção;
▪️ Dia do Aniversário;
▪️ Dia do Portuário; e
▪️ Hora Extraordinária (75%).
Quanto ao pleito do Sindicato para a inclusão dos filhos diagnosticados com TDAH na cláusula existente para filhos dependentes com deficiência, a APS informou que está em andamento no Congresso Federal o Projeto de Lei (PL 479/20251) que define a Pessoa com Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) como Pessoa com Deficiência para todos os efeitos legais. Uma vez aprovada tal inclusão, a APS, automaticamente, passará a realizar o pagamento do benefício aos dependentes devidamente laudados, independente de negociação coletiva, mas sim, por força de lei.
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