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Inovação portuária
Fonte: BE News
Inovação portuária 1
Inovação portuária 1
Um relatório sobre projetos de inovação no setor portuário da América Latina, elaborado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e concluído no mês passado, destacou as ações de dois complexos marítimos brasileiros, Santos (SP) e Itaqui (MA). No documento, os dois portos são apresentados como “exemplos de como você pode começar e, em alguns casos, até mesmo consolidar ecossistemas de inovação para geração de valor real para as empresas e os cidadãos”.
Inovação portuária 2
Sobre Santos, o relatório do BID destaca a realização de dois eventos ao ano, destinados a estimular a cultura de inovação na comunidade portuária. São eles o Porto Hack, promovido pelo Associação Brasileira de Terminais e Recintos Alfandegados (Abtra), e o Inova Portos, organizado pela Santos Port Authority (SPA, a Autoridade Portuária de Santos). O texto também cita o programa de inovação desenvolvido pela SPA e as parcerias firmadas com universidades e start-ups, mas aponta a necessidade de uma melhor qualificação dos profissionais do setor.
Inovação portuária 3
Em relação ao Porto de Itaqui, controlado pela Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), há referências aos programas de inovação desenvolvidos, como o Farol e o Porto do Futuro, e parcerias com universidades locais. Tais ações envolvem auxílio financeiro a pesquisas, premiações de projetos acadêmicos e incentivos a intercâmbios. Entre os obstáculos identificados, estão a própria legislação e a estrutura administrava do poder público, que podem dificultar a contratação de start-ups.
Inovação portuária 4
Com o título Ecossistema de Inovação em Portos: benchmarking internacional e recomendações para o desenvolvimento na América Lana, o relatório do BID também aponta seis iniciavas importantes para o desenvolvimento da inovação no setor. São elas: sensibilizar a comunidade portuária sobre a importância da inovação, a participação da autoridade portuária na governança desse ecossistema, a presença do setor privado, acordos com universidades e laboratórios locais, parcerias com sistemas de inovação portuária mais avançados e, ainda, a definição de indicadores para mensurar resultados.
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