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Portus atrasa pagamento das suplementações e causa pânico entre seus assistidos
Fonte: AssCom Sindaport


O atraso do Portus para efetuar o pagamento das suplementações e auxílio doença de seus assistidos provocou uma onda de boatos e especulações sobre o futuro do Instituto. Há muito tempo tal demora não ocorria, o que motivou até certo pânico entre alguns companheiros.
Desde sexta-feira da semana, os telefones do SINDAPORT e da APP Santos não param. Do outro lado da linha associados preocupados com o fato do benefício não ter sido depositado.
Assim que tomaram ciência do que estava acontecendo, os presidentes das duas entidades, Everandy Cirino dos Santos e Odair Augusto de Oliveira, entraram em contato com a sede do Portus, no Rio de Janeiro, em busca de explicações.
A informação oficial do Instituto foi a seguinte: “havia a necessidade urgente de se fazer mudança no sistema de folha de pagamento. Após essas alterações, houve muitos erros quando do envio da folha de pagamento para o banco Bradesco”.
Ainda segundo o PORTUS, a maioria dos pagamentos foi regularizada na segunda-feira e alguns poucos casos seriam depositados nesta semana.
Sobre a grande boataria que se criou sobre o início da falência do Portus, o interventor Luiz Gustavo da Costa garantiu que o fundo de pensão não será liquidado.
"Esperamos que esse atraso no pagamento tenha sido realmente pontual e por conta da implantação do novo sistema. Como há anos ouvimos que o Portus enfrenta uma grave financeira, a procrastinação do pagamento causou grande temor entre os assistidos, alguns desesperadamente já davam o fim como certo", disse Everandy Cirino.
Por isso ressaltamos mais uma vez que em meio a boatos e informações desencontradas, o ideal em situações como essa é que o associado entre em contato com sua entidade. Nada de ficar repercutindo o que um ou outro falou. A informação oficial sempre é o melhor caminho em casos como esse.
Intervenção
A Superintendência Nacional de Previdência Complementar prorrogou até 11 de dezembro a intervenção no Portus. Em agosto deste ano, a interferência governamental completou cinco anos e não temos informação sobre quando isso acabará.
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