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Sindicato aciona GRT para solução do pessoal da UFO 1
Fonte: AssCom Sindaport / Gisele de Oliveira


O SINDAPORT (Sindicato dos Empregados na Administração Portuária) solicitou, em caráter de urgência, à Gerência Regional do Trabalho o agendamento de uma mesa redonda com a Codesp (Companhia Docas do Estado de São Paulo).
O motivo da solicitação é a situação dos trabalhadores portuários que atuam na Unidade de Fiscalização Operacional I (UFO 1), que atende ao terminal portuário da Brasil Terminal Portuário (BTP), que fica na Alemoa.
O presidente do SINDAPORT, Everandy Cirino dos Santos, conta que os trabalhadores da Codesp são deslocados até o terminal por transporte fornecido pela estatal portuária, já que o local não é servido por transporte público regular. Porém, o problema é para chegar até o local do transporte.
“O trabalhador é obrigado a chegar bem antes do horário de inicio do serviço, pois tem que se apresentar nos fundos do prédio da Alfândega, em frente ao portão das barcas, onde chega pelo transporte público regular. Nesse local, onde não há qualquer abrigo adequado, o empregado permanece até que um veículo da empresa o leve até às instalações da UFO I. Neste local registra o ponto e tem acesso aos armários onde ficam os equipamentos de segurança. Depois, segue em transporte fornecido também pela Codesp até o terminal portuário BTP onde desenvolve suas atividades”, explica Everandy Cirino.
Ao final da jornada é feito o sentido inverso, ou seja, o empregado é levado até as instalações da UFO I, onde guarda no armário os equipamentos de segurança e registra o ponto de saída. Feito isso fica aguardando a condução da empresa para transportá-lo até os fundos da Alfândega, onde tem acesso ao transporte público regular.
O presidente do SINDAPORT explica que durante todo esse percurso, o empregado, tanto no ingresso quanto na saída, acaba excedendo sua jornada de trabalho.
“Desta forma, os trabalhadores devem ter o início da jornada apontada desde o momento que se apresentam para aguardar a chegada do veículo da Codesp e encerrar a jornada nesse mesmo local”, diz.
Por essa razão, o SINDICATO quer discutir essa questão com a Codesp diante de representantes do Ministério do Trabalho.
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