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Após votar impeachment, deputados entram em feriado prolongado

Fonte: G1/Brasília 
 
Cunha anunciou que não haverá sessão deliberativa na semana. Nesta segunda, alguns deputados já viajaram para seus estados.
 
Após a votação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff na noite deste domingo (18), deputados terão um feriado prolongado a partir desta segunda-feira (18), emendando a segunda-feira, a terça e a quarta com o feriado de Tiradentes, na quinta, e o fim de semana.
 
Após a votação da noite de domigo, o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), anunciou que não haveria sessões deliberativas nos três dias seguintes, apenas as não-deliberativas (quando não há votações nem contagem de ausentes). Alguns parlamentares já viajaram para seus estados.
 
De sexta-feira a domingo, para acelerar o rito do impeachment, Cunha abriu uma sessão que durou 43 horas ininterruptas. Para o deputado Rogério Rosso (PSD-DF), que presidiu a comissão especial do impeachment, o recesso se justifica pelo ritmo que a Casa adotou nos últimos dias.
 
“Dessa vez, excepcionalmente, não dá pra negativar a imagem do parlamento, porque a gente trabalhou quinta, sexta, sábado e domingo de madrugada e essa semana ainda tem o feriado na quinta-feira”, disse o deputado.
 
Cunha adotou tom parecido ao encerrar a votação da noite. “Em função do elevado horário, em função da semana, em função do esforço que foi feito neste fim de semana, amanhã haverá somente sessão não deliberativa, às 14h, o que ocorrerá também na terça-feira e na quarta-feira”, afirmou o presidente.
 
Mendonça Filho (DEM-PE) disse que é preciso um tempo de descanso. “Eu acho que agora não tem ambiente para pauta, está todo mundo exausto. Foram sessões e sessões de madrugada e poucas horas de sono. Há 15 dias não vou a Pernambuco”, afirmou.
 

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Comentários (1)

luis carlos pires gonçalves
Data: 19/04/2016 - 13h33
Já dava pra imaginar, durante o processo do pedido do impeachment estes dignos (?) senhores trabalharam demais, voltaram a normalidade diga de passagem (isto é uma vergonha diria Boris Kasois) e tem gente que acredita que vai melhorar este Brasil,sem a Dilma e o Lula, mas continua os mesmos ladrões que comeram no mesmo prato, nos desvios bilionários junto com a esquerda petista, só sei de uma coisa pode ser a corrente política que for, sempre haverá político desonesto, enquanto não mudarem as leis do código penal, porque aquele que desvia dinheiro publico é igual a quem comete crime hediondo, tem que morrer na prisão.


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