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21/08/2023 - 11h03

Frente Parlamentar Mista é lançada com objetivo de colaborar para construção do túnel


Fonte: A Tribuna On-line
 
Deputado federal Paulo Alexandre Barbosa (PSDB) presidirá grupo que pretende colaborar para tirar ligação seca do papel
 
O deputado federal Paulo Alexandre Barbosa (PSDB) lançou na manhã da última sexta-feira (18) a Frente Parlamentar Mista da Ligação Seca Santos-Guarujá (FPLS), no Casa Grande Hotel, em Guarujá. O deputado presidirá o grupo que pretende colaborar com a realização do túnel submerso Santos-Guarujá.
 
Participaram do encontro os prefeitos de Santos, Rogério Santos (PSDB), e de Guarujá, Válter Suman (PSDB), o presidente da Autoridade Portuária de Santos (APS), Anderson Pomini, o secretário-executivo de Parcerias em Investimentos (SPI) do Estado de São Paulo, André Insper, entre outras autoridades.
 
“Essa frente parlamentar tem por objetivo unir o Governo Federal, o Governo Estadual e as prefeituras de Santos e Guarujá, garantindo os recursos necessários ao túnel. Já foram feito o projeto básico e o projeto executivo e as licenças ambientais e, com esse esforço conjunto, nós vamos conseguir retirar essa importante obra do papel”, afirmou Barbosa.
 
Ele destacou que o intuito é acelerar as tratativas do projeto do túnel que ligará as duas margens do Porto de Santos, o maior da América Latina, eliminando a paralisação das atividades portuárias em razão da passagem de balsas e embarcações para a travessia dos munícipes e facilitando o traslado turístico.
 
Na semana passada, o túnel Santos-Guarujá foi anunciado dentro do novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), na modalidade de parceria público-privada (PPP). Em paralelo, a ligação seca também está incluída no Programa de Parcerias de Investimentos de São Paulo (PPI-SP), do Governo do Estado, também no modelo de PPP. A obra está cotada em cerca de R$ 5 bilhões e deverá ser licitada no próximo ano, com previsão de entrega para 2028.
 
“Temos um projeto executivo, o melhor possível, aprovado por duas consultorias internacionais e, portanto, a gente confia que a parte técnica está resolvida. A questão ambiental também está resolvida, pois já temos a licença prévia. É simples para o empreendedor chegar, tirar a licença de instalação e começar a obra. O terceiro ponto é a viabilidade econômica, há disponibilidade de caixa da União, por meio da Autoridade Portuária, a vontade do Governo do Estado de aportar dinheiro nessa obra e, via PAC, a possibilidade de uso do orçamento geral da União para fazer a obra", destacou Insper.