Fonte: Folha de S. Paulo
Sindicato diz que manter prazo para cargas vivas e perecíveis; indústria do trigo diz ter 38 mil toneladas esperando liberação em Santos
Segundo o Sindifisco Nacional (sindicato dos auditores), desde o início da operação, há quase cinco meses, medicamentos, cargas vivas, fornecimento de consumo de bordo e perecíveis de curta duração continuam sendo liberados normalmente pelos servidores. As demais passaram de cerca de 24 horas para 20 dias.
Em nota divulgada neste domingo (17), o sindicato dos auditores diz que, segundo o Sindustrigo (sindicato das indústrias do setor), "a demora na liberação do cereal pode afetar a moagem do grão em São Paulo e acarretar o aumento do preço do pão."
O sindicato diz que um atraso na liberação de cargas de trigo, relatado pela indústria do setor, pode ter sido causado por esse efeito cascata, que tem gerado acúmulo de outras mercadorias, como peças de automóveis e eletrodomésticos.