Fonte: G1 Santos
Decreto Presidencial que autorizou o emprego das Forças Armadas para a Garantia da Lei e da Ordem (GLO) na desobstrução de vias públicas até o dia 4 de junho não foi prorrogado.
Nove dias após a chegada dos fuzileiros navais, que foram deslocados para garantir a segurança e restabelecer as operações rodoviárias no Porto de Santos, no litoral de São Paulo, foi encerrada, nesta terça-feira (5), a 'Operação Caiçara'. A medida emergencial, que contou também com apoio do Exército, foi decorrente do decreto presidencial para a Garantia da Lei e da Ordem e não foi prorrogada.
Segundo o comando da operação, a ocupação seria mantida enquanto houvesse risco de novas ações dos caminhoneiros. Cinco dias após o fim da greve no local, não há mais registro de aglomerações de caminhoneiros nos acessos ao cais.
Operação
No sábado, por conta do decreto presidencial para a Garantia da Lei e da Ordem, o Navio-Patrulha Macaé (P70) atracou no cais santista como medida emergencial. No domingo, outros 260 fuzileiros navais chegaram a Santos no Navio Doca Multipropósito Bahia (G40). Vindo do Rio de Janeiro, ele chegou com sete caminhões para transportar tropas, três blindados e dois helicópteros.
Na quinta-feira (31), fuzileiros foram espalhados pelo Porto de Santos para providenciar a escolta de caminhoneiros que queiram entrar ou deixar o cais para seguir viagem, com ou sem carga. Eram três pontos de concentração dos militares, dois na Margem Direita, em Santos.
Em nota, o Governo Federal informou que a ação ocorre em conformidade com o Decreto Presidencial n° 9.382, que autorizou o emprego das Forças Armadas para a Garantia da Lei e da Ordem (GLO) na desobstrução de vias públicas até o dia 4 de junho.